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terça-feira, 19 de junho de 2012

'Brasil será o país do Bitcoin', diz defensor de 'moeda criptográfica'



O Bitcoin é uma moeda baseada nos princípios de redes ponto-a-ponto (P2P). O "bit" no nome vem de "BitTorrent", uma tecnologia empregada na transferência direta de arquivos entre internautas. Assim como as tecnologias P2P para arquivos buscam descentralizar a distribuição de dados, o Bitcoin quer descentralizar a moeda, desvinculando-a de qualquer governo ou instituição de controle. A moeda ganhou notoriedade em 2011 quando foi usada no comércio ilegal de drogas.

O Bitcoin funciona de maneira simples: você baixa o software do Bitcoin, cria uma "carteira virtual" e passa a fazer parte da rede que gerencia as transações com bitcoins (BTC). Ao realizar os cálculos que a rede precisa, você tem chances de ganhar Bitcoins em troca do "esforço" do computador. Mas, hoje, a complexidade é tão grande – os bastidores do Bitcoin não são nada simples – que a única maneira real de obter BTC, para a maioria, é comprando moedas dos vários sites de "câmbio".


Mas, desde 2011, o Bitcoin vem sofrendo altos e baixos: sites que trocavam Bitcoins por moeda comum (como dólares) foram comprometidos ou tiveram falhas. O mercado chegou a "quebrar" com uma invasão ao Mt. Gox, maior site de compra e venda de Bitcoins: o valor dos Bitcoins chegou a US$ 0,01.

O golpe mais recente à credibilidade do Bitcoin ocorreu com a invasão do site Bitcoinica. Criado por um estudante de 17 anos chamado Zhou Tong, o site pretendia facilitar ordens de compra e venda dentro da rede Bitcoin para aqueles que queriam investir no valor da moeda. O site foi comprometido duas vezes e os invasores roubaram a "carteira" da empresa. O rombo total passa de R$ 600 mil com os valores de Bitcoin atuais.

O Bitcoinica admitiu não ter um backup do banco de dados e está agora tentando reestabelecer as contas de seus usuários e voltar a operar.

Apesar disso, o consultor de Tecnologia da Informação Leandro César, de Belo Horizonte, está otimista. Criador do Mercado Bitcoin, um site de compra e venda de Bitcoins por reais, ele diz que o Bitcoin irá ficar "mais forte" com os ataques que está sofrendo. “Se não conseguiram matar o P2P tradicional para download [pirataria], também não conseguirão matar o Bitcoin", afirma.

Para ele, o Bitcoin sempre será uma "moeda alternativa", não reconhecida pelos governos. Há, porém, um espaço garantido para o Bitcoin em alguns tipos de transações.

"O Bitcoin não é inimigo das leis e do mercado financeiro tradicional. O Bitcoin é inimigo das formas de pagamento eletrônicas existentes hoje, como cartão de crédito, Paypal e outros, pela sua facilidade, transparência e custo zero", explicou.

Ele diz que a moeda é popular no envio de remessas para o exterior e que, em alguns países, como os Estados Unidos, é possível comprar "até carros" com Bitcoin.

No Brasil, segundo César, o interesse maior está em investimentos que se aproveitam do sobe-e-desce do valor do Bitcoin. "Mas, graças a Deus, a volatilidade está acabando, o que vai facilitar a expansão do uso [do Bitcoin] para comércio e outros", disse. Em menos de um ano, o Mercado Bitcoin movimentou mais de 12 mil BTC, que valem hoje R$ 120 mil. "O brasileiro gosta de novidade e informalidade. Por isso acredito que o Brasil será o país do Bitcoin", aposta.

 "Todo cuidado é pouco" alerta especialista
Para Gilson Schwartz, economista, sociólogo e professor da USP, o Bitcoin faz parte de uma onda de novas tecnologias que estão criando desafios para leis nacionais em várias áreas, como a propriedade intelectual, tributação, supervisão e segurança. Mas, se em um primeiro momento parece que essas tecnologias estão eliminando intermediários, elas podem, em casos como o do Bitcoin, criar novos intermediários.

"Em alguns casos, a desintermediação, ou seja, eliminação de intermediários por meio de transações diretas entre os interessados, parece escambo, mas uma análise mais detida revela que, a exemplo do bitcoin, não é escambo de verdade, mas sim o surgimento de novos intermediários ou "infomediários" que no final das contas também querem ganhar em cima de cada transação realizada", explicou o economista.

O Bitcoin não tem o chamado "lastro" do governo, uma garantia de que a moeda deve ser aceita na compra de produtos e quitação de dívidas. Por isso, o Bitcoin não é monitorado ou controlado. A qualquer momento, os BTC podem passar a não valer nada. Mas, para o professor Schwartz, não há, nesse momento, interesse dos governos em mudar a situação. "Por enquanto se trata de uma plataforma que não tem relevância se comparada com os problemas em curso em alguns dos principais bancos e sistemas financeiros globais, a real fonte de dor de cabeça dos governos e bancos centrais", observa.

A falta de regulamentação, no entanto, tem consequências para os usuários, e segundo o professor, o Bitcoin já se mostrou "extremamente volátil". "O potencial de manipulação é enorme, tanto dos donos da plataforma quanto de usuários com mais tempo para especular", disse.
Ele recomenda que qualquer interessado em iniciar a compra e venda de Bitcoins procure notícias na internet para saber o que anda acontecendo. "Nos últimos meses, as más notícias apareceram com mais frequência, portanto todo cuidado é pouco", advertiu.

Devido à crise global e os novos meios de pagamento e comércio – como celulares e até os mercados virtuais em games -, existe um grande potencial para colocar ideias em prática. "Justamente por isso é preciso ficar muito alerta para os "negócios da China", ferramentas que parecem um elixir da riqueza fácil, mas que podem acabar dando dor de cabeça e enriquecendo apenas alguns espertos", alerta Schwartz.

Fonte: aqui.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Setor de tecnologia da informação tem déficit de 115 mil trabalhadores


Tecnologia foi o tema da Sala de Emprego na segunda-feira (21). Segundo o IBGE, o setor de serviço da informação cresceu quase 5% no ano passado, ficando à frente de setores importantes da economia como o da construção civil, indústria e comércio.

A área da informação em geral, abrange as atividades de telecomunicações, internet, audiovisual, edição e TI. Só no setor de tecnologia da informação, atualmente são 1,2 milhões de trabalhadores empregados e estão sobrando 115 mil vagas.


Até 2020 devem surgir 750 mil empregos, segundo a associação que representa as empresas de tecnologia da informação e comunicação. O Brasil tem tudo para se tornar um dos quatros maiores centros de TI do mundo até 2022.

Segundo o Senai, nos próximos dois anos e meio, o setor de TI vai precisar de montadores de equipamentos eletroeletrônicos (50,3 mil); analistas de sistemas ocupacionais (45,6 mil); técnicos de computadores e de desenvolvimento de sistemas (30,9 mil); operadores de rede de teleprocessamento (1,7 mil) e engenheiros em computação (1 mil).


Para Sérgio Sgobbi, da Associação Brasileira de Empresas de TI, o número de vagas disponíveis é grande por dois fatores. "É insuficiente a quantidade de formandos nas universidades. O Brasil forma em torno de 85 mil profissionaispor ano, em TI. E o mercado de TI cresce muito. No ano passado cresceu 11%", explica.

Recife já é conhecido por abrigar um importante porto digital com 200 empresas, que tem atraído muitos profissionais e criado boas chances de emprego. No interior de São Paulo, na cidade de Jundiaí, um parque tecnológico digital já produz componentes eletrônicos e computadores para várias cidades do país, e já é referência na produção de tablets.

Fonte: clique aqui.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Sites da Internet fazem 'apagão' em protesto contra lei antipirataria

     Wikipedia foi um dos sites que tirou sua página do ar; projetos de lei ganharam apoio de Hollywood e da indústria …

A enciclopédia on-line Wikipedia retirou do ar suas páginas em inglês por 24 horas e o gigante da internet Google ocultou seu logo com uma tarja preta no início desta quarta-feira, um dia de protestos contra projetos de lei antipirataria estudados pelo Congresso dos Estados Unidos.
"Atenção estudantes! Façam seus trabalhos a tempo. A Wikipedia irá protestar nesta quarta-feira contra uma lei ruim", escreveu em sua conta do Twitter Jimmy Wales, fundador da enciclopédia participativa on-line.
A Wikipedia, que no dia 15 de janeiro comemorou seu décimo primeiro aniversário, afirma ser a mais importante enciclopédia do mundo, com mais de 20 milhões de artigos publicados em 282 línguas.
"Os últimos detalhes estão em estudo, mas o consenso parece ser o de realizar um 'apagão' total, e não parcial", disse Wales. "Isto será estupendo. Espero que a Wikipedia faça o sistema telefônico de Washington explodir nesta quarta-feira. Passem esta mensagem a todos os seus conhecidos", acrescentou.

Outros provedores populares de serviços da internet nos Estados Unidos, como Reddit e Cheezzburger, se uniriam ao movimento de protesto. O site de buscas Google colocou uma faixa preta sobre seu logo.

Site de buscas também protestou contra os projetos de lei
 
A Lei "Stop Online Piracy Act" (Ato para o fim da pirataria on-line, SOPA, em inglês) está sendo estudada na Câmara de Representantes americana, enquanto a Lei de Proteção da Propriedade Intelectual (IP), que se encontra no Senado, tem por objetivo combater a pirataria on-line.
Os projetos de lei ganharam o apoio de Hollywood, da indústria da música e da Câmara de Comércio americana, entre outras agremiações.
Já em meados de dezembro, vários dos gigantes da internet, como eBay, Facebook, Google, Twitter, Yahoo! e Wikipedia, publicaram uma carta aberta manifestando sua preocupação por estes projetos de lei.
Segundo estas empresas, as propostas legais "dariam ao governo americano o poder de censurar a internet e utilizar procedimentos similares a aqueles empregados por China, Malásia ou Irã".
"Todos nós tivemos a oportunidade de fundar grupos ou associações (...) que promovam o espírito empresarial, a inovação, a criação de conteúdos e a livre expressão on-line", escreveram, afirmando temer que o ambiente que lhes permitiu seu sucesso seja colocado em questão pelos legisladores.
"Somos contra estes projetos de lei porque eles não são mais do que formas astutas de fechar sites estrangeiros julgados como agressivos, sem ter que pedir às empresas americanas que censurem a internet", disse na terça-feira um porta-voz do Google, anunciando que a empresa se unirá ao movimento de protesto desta quarta-feira ocultando seu logo com uma tarja preta.
A Casa Branca se distanciou neste fim de semana dos projetos de lei examinados pelo Congresso.
"Consideramos que a pirataria na internet é um grave problema que precisa de uma resposta legislativa séria, mas não apoiaremos uma legislação que reduza a liberdade de expressão, aumente os riscos para a segurança cibernética e mine o dinamismo e o caráter inovador da internet mundial", disse a Casa Branca em um comunicado.
Já o dono do gigante dos meios de comunicação News Corp, Rupert Murdoch, que apoia a legislação em estudo, denunciou em sua conta do Twitter as pressões da "blogosfera", "aterrorizando" os senadores e congressistas que teriam se comprometido a apoiar estas polêmicas leis, e que poderiam levá-los a recuar.

Fonte: clique aqui.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

ERP: problema ou solução?


Este é um sistema que requer investimentos e as vantagens são melhor percebidas a médio e longo prazo, mas avaliar algumas questões pode ajudar a evitar problemas





Mensurar o valor de uma ferramenta de gestão empresarial é uma tarefa difícil e depende de diversos fatores. Mas, com certeza, é possível verificar quando o sistema está trazendo mais problemas que soluções. Integração das informações e otimização dos processos são alguns dos benefícios que as empresas buscam na hora de adotar um Enterprise Resource Planning – o ERP. Por isso, a escolha da solução e da empresa prestadora do serviço é uma tarefa que deve seguir a diversos critérios de avaliação.

Manter-se competitivo sem um sistema eficiente é uma missão quase impossível e cada vez mais as organizações têm se dado conta disto. Tanto que os investimentos em softwares de gestão têm crescido. Projeções da e-Consulting apontam que em 2011 o setor deve registrar crescimento de 14,2%, movimentando R$ 2,04 bilhões. A demanda das empresas por ERPs e a expansão dos serviços oferecidos são os principais fatores que resultam no bom desempenho do setor, segundo a consultoria.

Qualquer produto ou serviço que oferece mais custos do que benefícios deve ser reavaliado e com o ERP não é diferente. Este é um sistema que requer investimentos e as vantagens são mais bem percebidas a médio e longo prazo, mas avaliar algumas questões pode ajudar a evitar problemas. Primeiro é preciso ficar claro que não existem ERPs bons ou ruins, e sim sistemas que atendem ou não as necessidades da empresa.

Partindo deste princípio, antes de investir em um sistema de gestão empresarial, é necessário avaliar quais são as reais demandas da organização. Iniciar a implantação de um sistema sem um bom planejamento é uma das principais causas do fracasso do projeto. Um bom começo é definir as estratégias da empresa para os próximos anos – por exemplo, se há previsão de abertura de filiais, se haverá lançamento de novos produtos, etc. Outro fator importante é perceber se a fornecedora de ERP terá capacidade e condições de corresponder com rapidez as dinâmicas mudanças que ocorrem nas empresas

Estas informações são fundamentais na hora de determinar o que é, ou não, importante no sistema. Desta forma, mesmo que algumas funções não sejam liberadas no início da implantação da solução, quando as mudanças acontecerem, o ERP terá que acompanhar a evolução da empresa e na velocidade necessária. Para que nenhuma ação seja ‘esquecida’, a definição das estratégias e das funcionalidades do sistema deve ser feita por representantes de todos os setores que utilizarão a solução.

Como deve acontecer na contratação de qualquer produto, busque empresas experientes e com um bom histórico de atuação. A implementação de um ERP é um processo complexo, relativamente longo e que pode demandar mudanças no plano inicial. Por isso, avalie bem a empresa que será contratada. Além disso, mais do que contratar uma prestadora de serviços, opte por realizar uma boa parceria. Assim, é possível passar pela implantação com o mínimo de conflitos.

Outra questão que precisa ser analisada com cautela é a forma como será feito o atendimento e o suporte. Estes são tópicos que demandam muitas reclamações. A maior parte das prestadoras de serviço cobra por visita, o que faz com que o cliente evite solicitar o serviço para poupar gastos extras. Por isso, opte por empresas que oferecem um plano mensal de contratação, assim haverá atendimento sempre que necessário e sem custos adicionais.

Como em qualquer serviço, não há como obter garantias de que não haverá nenhum problema com o software implantado. A escolha do ERP deve ser pensada a médio e longo prazo e não apenas visando as necessidades atuais da organização. Mas com planejamento, análise das funcionalidades e da evolução do sistema, certamente a probabilidade da ferramenta de gestão empresarial oferecer mais soluções do que problemas é bem maior.

Fonte: clique aqui.

CES 2012: um resumo com tudo o que está sendo lançado na feira


Veja aqui os principais destaques do evento e mantenha em dia com as principais novidades do mercado


A Consumer Electronics Show - a popular "CES" - é uma das maiores feiras de tecnologia do mundo, e ocorre anualmente, desde 1967, em Las Vegas, Estados Unidos. Foi nesse evento que algumas das maiores invenções tecnológicas apareceram aos olhos do público pela primeira vez, como a apresentação do disco Blu-ray (2004) ou as telas OLED (2009). Algumas curiosidades interessantes também marcaram presença nos palcos da feira, como a famosa "tela azul da morte" que deu as caras em uma apresentação de Bill Gates, quando o então CEO da Microsoft exibia o Windows Media Center.

Em 2012, a CES chega à sua 45ª edição recheada de especulações, anúncios e inovações. A Microsoft, antes mesmo de começar a feira, já chocou espectadores, anunciando formalmente que este ano seria sua última participação no evento, dizendo ser difícil casar datas de lançamento de seus produtos com as da feira.

Para ficar mais informado acesse o link informado na fonte.

Fonte: clique aqui.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Exercícios on-line prometem melhorar o desempenho cerebral



Aumentar a memória e o poder de concentração, incrementar a capacidade de aprender, turbinar a criatividade, reduzir o estresse por excesso de informação e aperfeiçoar a atividade cerebral com exercícios on-line que não tomarão mais do que 30 minutos do seu dia. Tudo isso por menos de R$ 50 por mês. Você quer?

Provavelmente, sim. Com apelos como esses, sites que vendem programas de exercícios para estimular o funcionamento dos neurônios estão ganhando espaço e conquistando internautas que não hesitam em sacar o cartão de crédito diante das promessas --que vão de mais eficiência nas tarefas intelectuais a mais sucesso na carreira, passando pela superação de dificuldades de aprendizagem em crianças.

Mas será que essa malhação virtual do cérebro faz sentido? Pouco. Essa é a resposta unânime dos especialistas ouvidos pela Folha. Para eles, não há ainda subsídios científicos à idéia de que executar um determinado grupo de exercícios em frente ao computador garantirá melhor performance cerebral. Só uma coisa é certa, ensinam: quanto mais se usa o cérebro, melhor ele funciona e mais protegido está de doenças e de degeneração.

"Não restam dúvidas de que o estímulo é fundamental. Daí pra frente, o conhecimento é muito vago. Não dá para dizer que quem faz palavras cruzadas fica mais inteligente ou que quem ouve mais música consegue se tornar um pai melhor, por exemplo. 

Qualquer associação desse tipo é arbitrária", enfatiza Roberto Lent, professor de neurociência do instituto de ciências biomédicas da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Ele explica que, de fato, estimular o cérebro com atividades intelectuais consolida as sinapses --conexões entre os neurônios-- e até forma novas.

É o que acontece com um vestibulando quando estuda um determinado conteúdo, lendo e pesquisando muitas vezes sobre ele, ou com um artista que realiza vários ensaios antes de uma apresentação. "No final desse processo, ambos terão uma memória consolidada. Há um crescimento na síntese de proteínas, promovendo maior adesão entre os neurônios", diz Lent.

Benito Damasceno, professor de neurologia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), diz que não há nenhuma particularidade dos exercícios on-line em relação aos outros que garanta maior ou menor efeito no desenvolvimento cerebral. "Qualquer atividade intelectual é válida para desenvolver as sinapses."

Ele explica, ainda, o que acontece quando o cérebro é ativado sob qualquer forma de estímulo intelectual. "A pessoa tem um aumento no fluxo sangüíneo. 

A cada tipo de atividade, ela ativa um conjunto específico de neurônios, que, geralmente, aumentam também o consumo de glicose e de oxigênio", detalha. Não há evidências de que esse "treino" disparado pelos estímulos tenha efeito prático no dia-a-dia das pessoas.

Os exercícios virtuais podem ser válidos, desde que o usuário se interesse por eles e sinta prazer em fazê-los. Além disso, para quem já leva uma vida repleta de estimulação intelectual, trocar minutos de sono --atividade, aliás, fundamental para o bom funcionamento do cérebro-- pela obrigação de concluir o programa proposto pelo site de exercícios para neurônios pode ser uma escolha inútil, alertam os especialistas.

"É preciso haver contextualização desse estímulo. Uma criança urbana com deficiência de aprendizagem e que se interessa pelo computador pode tirar proveito do método. Por outro lado, uma criança do campo com o mesmo problema pode preferir uma árvore para subir", observa Sérgio Leme da Silva, coordenador do serviço de neuropsicologia do Hospital Universitário de Brasília.

Correntes

Fundamentadas nas comprovações de que o cérebro permanece plástico e pode ser treinado ao longo da vida, duas correntes teóricas defendem a prática de exercícios de estimulação cerebral.

A primeira é a neuróbica, criada por Lawrence Katz, professor de neurobiologia e pesquisador do Instituto Médico Howard Hughes, nos Estados Unidos. Katz desenvolveu exercícios que propõem tornar o cérebro mais rápido e flexível.

Um dos fundamentos está em quebrar a rotina, fazendo as mesmas atividades de modos diferentes: destros escovarem os dentes com a mão esquerda, por exemplo. Tirar férias em lugares desconhecidos e aprender novas línguas também estão entre as dicas de estimulação cerebral da neuróbica.

A segunda corrente é conhecida como "brain gym" --ou "ginástica cerebral"-- e foi idealizada por Paul Dennison, criador da educação cinestésica e doutor em educação pela Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA.

Aqui, o caminho para aprimorar a performance mental é acessar áreas do cérebro antes inativas praticando certos exercícios físicos e movimentos. De acordo com Dennison, girar o pescoço com o corpo relaxado ajuda a ler melhor em voz alta, por exemplo. A corrente é criticada pelos especialistas da área de neurociência.

Sites e jogos

Somente 90 dias para sentir os resultados. Esse é o prazo mencionado pelo site BrainBuilder (www.brainbuilder.com). Com assinatura mensal de US$ 7,95, o treinamento conta com um personal trainer virtual que, a partir de uma avaliação do desempenho cerebral, indica os melhores exercícios.

Uma das tarefas sugere a memorização de seqüências de letras e números, que devem, depois de ouvidas, ser digitadas, às vezes de trás para a frente. "Na verdade, esse tipo de prática é mais um teste da memória operacional do que exatamente um estímulo. Repeti-la diariamente não significa que você está aperfeiçoando o cérebro", afirma Sérgio Leme da Silva.

Já em MyBrainTrainer's (http://mybraintrainer.com), o foco é na velocidade de raciocínio. No teste gratuito, você é convidado a responder "sim" ou "não" para a combinação entre uma palavra e um desenho. Quando o programa diz "reversal", é preciso responder ao contrário. O diagnóstico, repleto de comparações com os obtidos pelos outros 6.000 usuários, informa como está o seu desempenho em relação à média e o convida a aprimorá-lo em 21 dias.

Há também sites que trazem os chamados "jogos cerebrais". Em www.gamesforthebrain.com, o internauta encontra gratuitamente mais de 30 opções deles. O mais famoso é o sudoku, game de raciocínio em que o jogador precisa elaborar seqüências de números em um grande quadro --como aquele utilizado nas palavras cruzadas-- de forma que eles não se repitam nas posições horizontal e vertical. 

Outros jogos, também disponíveis no "Games for the Brain", lembram diversões já conhecidas, que as crianças fazem no papel até hoje, como o "what word". Ele é parecido com o antigo jogo "forca", em que o jogador recebe dicas para tentar adivinhar qual é a palavra secreta.

Entre os sites brasileiros, o despretensioso Rachacuca (www.rachacuca.com.br) tem jogos simples, também gratuitos, que exigem raciocínio e atenção. Não há promessa de tornar o internauta mais inteligente. Também mais voltado à diversão está o www.gratisjogos.com.br/raciocinio-e-escape.php. 

O diferencial são os cenários e as situações. Estratégias de fuga e cálculos para desarmar bombas antes de o tempo preestabelecido acabar estão entre os jogos oferecidos.

Apostas

A falta de pesquisas científicas que comprovem os benefícios dos chamados "jogos cerebrais" não impede que alguns profissionais da área de games apostem neles como grandes aliados em variados aspectos da saúde mental.

Eles se baseiam em experiências feitas por pesquisadores com a utilização de questionários ou por observação de jogadores. "Há alguns sinais de que esses jogos exercitam a mente, mas, realmente, não são evidências biológicas. 

O que notamos é uma menor incidência de perda de raciocínio cognitivo entre as pessoas que jogam esse tipo de game quando comparadas àquelas que não jogam", afirma Ben Sawyer, fundador da "Games for Health" (Jogos para a Saúde), associação de Washington que tem o objetivo de unir pesquisadores, médicos e empresas produtoras de games que queiram compartilhar informações sobre o impacto dos jogos na saúde.

Em entrevista à Folha, Sawyer reconhece que ainda faltam estudos nessa área e prevê que os primeiros resultados concretos devem ser alcançados em um prazo mínimo de dez anos. "Já temos alguns estudos que indicam, por exemplo, um certo aumento da capacidade de memória em quem joga. 

Mas deve levar aproximadamente uma década até que esse e outros efeitos sejam comprovados biologicamente ou não", diz. Sawyer defende o estudo do uso de jogos de lógica no tratamento de doenças que envolvam envelhecimento do cérebro, incluindo o Alzheimer e outras formas de diminuição de capacidade de cognição.


Também na área da observação, a forma como a cognição do ser humano pode --ou não-- evoluir com o videogame é tema da tese de Roger Tavares, professor do curso de pós-graduação em games do Senac de São Paulo. Para ele, as pessoas que começam a jogar com freqüência apresentam uma característica comum, que pode indicar um ponto de partida para os estudos nessa área.

"Quanto mais elas jogam, mais querem jogar e, a cada vez, em estágios mais complexos", diz o professor, levantando a hipótese de que o cérebro, depois de se "acostumar" a desenvolver determinadas conexões, sente a necessidade de criar outras, aumentando o seu repertório de habilidades.

Para atrair os "gamemaníacos" que apostam na eficiência do desenvolvimento de determinadas áreas do cérebro com a utilização dos jogos, as empresas da área começaram a multiplicar problemas de lógica dentro dos enredos de jogos que, anteriormente, não tinham essa característica.

Com isso, mesmo o jogador que deixa a internet de lado para se divertir nos games do seu console preferido pode se deparar com a necessidade de fazer um cálculo ou de desvendar uma senha complexa antes de entrar para a próxima fase de um jogo de tiro, por exemplo. Um estilo de diversão que, até pouco tempo, não costumava trazer esse tipo de desafio.

Memória e qualidade

No programa que coordena com idosos portadores da doença de Alzheimer no Hospital Universitário de Brasília, Sérgio Leme da Silva defende que o estímulo seja contextualizado, personalizado e não tenha como meta a retomada da capacidade de memorizar.

"Muitas vezes, aperfeiçoar a memória não é a principal questão. O importante é trazer qualidade de vida para aquele paciente. A estimulação cerebral por atividades como o relato de lembranças e a associação de cores leva a isso", explica.

Fonte: clique aqui.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Os carros conectados estão chegando ao Brasil


Novo lançamento da Ford pode pavimentar o caminho para o segmento de automóveis ligados à rede.



O ano de 2011 foi um marco no segmento tecnológico por vários motivos, mas um que vale ressaltar é o fato desse ser o vigésimo aniversário do www, ou a rede mundial de computadores (não confundir com "internet"). Se, até alguns anos atrás, você dependia exclusivamente de um computador pessoal para navegar na "teia mundial", hoje o que se tem é um outro paradigma: qualquer coisa pode ser um ponto de acesso à internet, bastando apenas empregar a tecnologia correta para isso.

Assim como os smartphones, que já correspondem a um enorme percentual de acessos à rede, a Ford prevê que você também ficará online dentro do seu carro – usando o próprio carro como canal de acesso: "Basta observar as pessoas na rua", diz Claudio Moles, Gerente de Engenharia Elétrica da montadora norte-americana. "Hoje, todo mundo tem um telefone à mão, enviando mensagens e se conectando às redes sociais. A Ford simplesmente pegou o que já existe e instalou dentro de um carro".

"O carro", no caso, é o Ford EDGE 2012, que foi apresentado à imprensa e deve chegar às concessionárias de todo o Brasil na segunda quinzena de janeiro de 2012. O novo SUV da Ford tem a capacidade de permitir que motoristas e passageiros acessem a internet convencionalmente, através de uma conexão compartilhada, criada quando se insere um modem 3G na porta USB do automóvel. A questão é: isso é feito apenas nos EUA. De acordo com Jader de Amorim e Juliano Medeiros, respectivamente, Engenheiro de Desenvolvimento do sistema Sync e Engenheiro de Infotainment da Ford, os modems 3G das operadoras brasileiras não oferecem suporte ao veiculo. "É uma questão de instalação de drivers, na verdade: a tecnologia existe no carro nacional, mas os modems não possuem o reconhecimento necessário para criar o ambiente compartilhado", diz Juliano.

Entretanto, conforme nossa entrevista com o especialista em sistemas embarcados, Jack Ganssle, apontou, apenas o fato de você se conectar pelo automóvel já é uma maneira de deixar a porta aberta para que hackers "tentem invadir o seu carro" também. Os executivos, que afirmam terem lido o artigo (leia-o você também aqui), dizem que a segurança sempre foi a primeira preocupação da Ford. Jader diz que a montadora conta com um departamento específico para o desenvolvimento de sistemas de proteção: "Trabalhamos na política de layers – ou seja, criamos camadas de segurança com dificuldade crescente de invasão. As comunicações diretas são completamente isoladas dos componentes vitais do carro e até mesmo nossas redes passivas transmitem dados criptografados. É possível burlar? Sim. Tudo é possível hoje. Mas o grau de dificuldade que colocamos incentiva o invasor a desistir – nós preferimos'vencer pelo cansaço'".

Claudio ainda complementa, dizendo que "mesmo com tudo isso, nós estamos ativamente de olho no sistema que criamos. A partir do momento que alguém entra em nossa segurança, antes de algo ser feito, nós já detectamos a intrusão e mudamos o esquema de proteção. É um jogo de gato e rato".

A questão que sobra, então, é a adoção dessas novidades tecnológicas pela massa. Convenhamos, o EDGE, com seu preço chegando a quase R$ 150 mil, não é exatamente um produto destinado à classe C. Contra isso, Claudio argumenta: "de fato, o EDGE não é feito com o grande público em mente. É um veículo elitizado. Mas isso é uma questão de popularização do sistema – o novo Fiesta (Fiesta Hatch) também conta com alguns destes recursos de interação".

E você, leitor? Acha que os carros conectados estão chegando para ficar? Ou acredita que isso tudo não passa de uma moda passageira? Dê sua opinião nos comentários abaixo.

Fonte: clique aqui.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Plataforma aberta coloca robôs em domínio público


Robótica aberta


Centenas de equipes de pesquisadores estão trabalhando no desenvolvimento de robôs nas universidades ao redor do mundo.
O problema é que quase todos trabalham de forma independente, o que significa que o desenvolvimento é demorado, os robôs ficam mais caros e, pior de tudo, os robôs dos diversos grupos são incompatíveis uns com os outros.

Para tentar "globalizar" a pesquisa em robótica, a equipe de roboticistas da Universidade de Tecnologia de Eindhoven, na Holanda, está lançando o projeto ROB - Robotic Open Platform, ou Plataforma Robótica Aberta.
É mais uma iniciativa na categoria do chamado hardware aberto, que está fazendo pelos equipamentos o que o conceito de software livre faz pelos programas de computador.

O objetivo da iniciativa é criar uma biblioteca plug and play de onde os construtores de robôs possam pegar códigos já testados e utilizá-los em seus robôs.
Eles poderão também alterar os códigos e disponibilizar versões melhoradas ou adaptadas a determinadas funções, ou ainda disponibilizar seus próprios desenvolvimentos.

Robô amigo

Os pesquisadores holandeses acreditam que a plataforma aberta permitirá o desenvolvimento de robôs mais baratos.
Eles próprios estão bastante interessados nos robôs de cuidados pessoais: a biblioteca está sendo inaugurada com todo o desenvolvimento do seu robô AMIGO.

"Nós estamos colocando online todos os desenhos, diagramas e descrições que são necessários para construir uma réplica do nosso robô AMIGO," afirmou René van de Molengraft, um dos idealizadores da plataforma robótica aberta.
"Se você quiser construir um robô como esse, descobrirá que ele vai lhe custar de 300 a 400 mil euros. Nosso objetivo é que, dentro de alguns anos, você seja capaz de construir o sucessor do nosso AMIGO por cerca de 10 mil euros," complementa Molengraft.

Usando um ambiente wiki para o compartilhamento das ideias, dos projetos e dos códigos, a plataforma ROB colocará tudo em domínio público.
Até o início de 2012 já estarão disponíveis também os projetos dos robôs jogadores de futebol da equipe Tech United, finalistas do campeonato mundial de futebol de robôs nos últimos quatro anos.

Wikis dos robôs

A plataforma ROB será o equivalente para o hardware do projeto ROS (Robot Operating System), um sistema de código livre para a construção de softwares para robôs - o sistema de controle do robô AMIGO é baseado na plataforma ROS.

Já existe também uma Wikipedia dos Robôs, um repositório de recursos onde os robôs podem aprender e compartilhar o conhecimento que cada um vai adquirindo.

O endereço da nova plataforma robótica open-source é www.roboticopenplatform.org.

Fonte: clique aqui.


Ericsson quer flexibilidade em edital do leilão do 4G


Segundo Barbato, Paulo Bernardo garantiu que os incentivos só valerão para os equipamentos fabricados no País e serão maiores nos casos em que haja pesquisa e desenvolvimento local.



Com receio de ficar de fora de parcela importante dos investimentos necessários para a implantação da rede de celulares de 4ª geração no Brasil, a Ericsson pediu ontem ao governo que não haja restrições ao uso de equipamentos cujo desenvolvimento tecnológico tenha se dado em parte fora do País.

A empresa sueca é líder mundial no fornecimento de equipamentos de redes de telefonia, com 40% do mercado global, mas corre o risco de não poder ter a mesma penetração no 4G brasileiro, cuja faixa do espectro eletromagnético - de 2,5 gigahertz (Ghz) - deve ser licitada em abril de 2012.

Apesar de o edital para esse leilão ainda não estar definido, o medo da Ericsson é baseado em um artigo da proposta de edital de outra faixa do espectro, conhecida como WiMAX (3,5 Ghz), voltada para a banda larga sem fio de grande alcance. Pela proposta, que ainda está na fase de consulta pública, as operadoras teriam de se comprometer a utilizar pelo menos 30% de equipamentos não apenas fabricados, mas também desenvolvidos inteiramente no País.

Após encontro com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o presidente da Ericson na América Latina, Sérgio Quiroga da Cunha, disse que se essa exigência também for colocada para o leilão dos celulares 4G, a companhia não conseguirá entrar nessa fatia das redes. "Viemos mostrar o compromisso que temos em trazer a tecnologia de quarta geração para o País", afirmou o executivo.

A Ericsson até mantém um centro de pesquisa e desenvolvimento com mais de 500 funcionários, no qual já foram investidos mais de R$ 1 bilhão desde 2001. O problema da companhia nesse caso está na divisão do processo de inovação com outras 15 unidades espalhadas pelo mundo. Desta forma, os equipamentos fabricados na planta brasileira não são inteiramente desenvolvidos no País.

Incentivos

Já o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, que também se encontrou com o ministro Paulo Bernardo, ontem, afirmou ser a favor de incentivos maiores para produtos que, além de serem fabricados no Brasil, também sejam inteiramente desenvolvidos no País.

"Acho que o governo está fazendo uma medida certa. No país onde a Ericsson é sediada (Suécia), eles fazem a política que querem. Em minha opinião, se eles querem estar aqui, que se adaptem às regras", afirmou, apesar da própria companhia estar afiliada à Abinee.

Barbato visitou o ministério para conhecer melhor a proposta do governo de desoneração de PIS e Cofins da construção de redes de fibras ópticas do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Segundo Barbato, Paulo Bernardo garantiu que os incentivos só valerão para os equipamentos fabricados no País e serão maiores nos casos em que haja pesquisa e desenvolvimento local.

Fonte: clique aqui.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

iPhone 4S chega ao Brasil em 16 de dezembro

TIM, Claro, Oi e Vivo confirmaram o lançamento no país.
iPhone 4S tem chip e internet mais rápidos, além de assistente de voz.





A TIM, a Claro e a Oi informaram nesta quinta-feira (1) que o iPhone 4S, o novo smartphone da Apple, chega ao Brasil no dia 16 de dezembro --os aparelhos começarão a ser vendidos a partir das 0h do dia 16, na virada de quinta-feira (15) para sexta-feira (16). Ainda não há informações sobre o preço do aparelho.

A Vivo foi procurada pelo G1 e disse que não confirmaria a data, porém o "lançamento será feito simultaneamente por todas as operadoras".

Na última sexta-feira (25), as operadoras começaram a se preparar para fazer um pré-cadastro de usuários que tenham interesse em comprar o novo iPhone. Os interessados já podem fazer cadastro nos sites da Vivo, da TIM, da Claro e da Oi.

O iPhone 4S foi anunciado pela Apple em outubro e vem com processador mais veloz de dois núcleos, câmera atualizada com 8 MP, maior velocidade de conexão à internet via rede de telefonia celular e um sistema inteligente de interação via voz, o Siri.

Até agora, o Siri foi tem suporte para inglês (americano, britânico e australiano), francês e alemão. Em 2012, o assistente terá suporte para outros idiomas, como japonês, chinês, coreano, italiano e espanhol. O português, no entanto, ainda não foi confirmado.


iPhone 4 de 8 GB

As operadoras brasileiras anunciaram nesta quinta-feira o início das vendas de uma versão de 8 Gbytes do iPhone 4 no Brasil. A Oi informa que o aparelho começará a ser comercializado a partir do dia 3 de 
dezembro e Vivo, Claro e TIM afirmam que o iPhone já pode ser encontrado em algumas de suas lojas.

O iPhone 4 de 8 GB, fabricado no Brasil, custará 1.599 nas lojas Oi. Na Vivo, ele sai por preços de R$ 949 a R$ 1.799. Na Claro, o aparelho sai por R$ 1.679 no plano pré-pago. Na TIM, o pré-pago sai por R$ 1.799, mas o valor pode ser parcelado.


Fonte: clique aqui.

sábado, 3 de dezembro de 2011

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