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terça-feira, 26 de junho de 2012

Casas Sustentáveis: Lucro Certo


Imagine morar numa casa que aproveita a luz do sol, a água da chuva, recicla seu lixo orgânico e geram, com ele adubos, e que não polui o meio ambiente com esgotos domésticos e outras coisas mais que tão frequentemente encontramos nas grandes cidades pelo mundo a fora.

Agora, imagine os benefícios advindos de se morar em casas sustentáveis e que gerem recursos para seus moradores através da venda do excesso de adubos, da redução das contas de água e de luz elétrica e que, ainda por cima, sejam extremamente confortáveis e aconchegantes; mesmo no calor ou no frio.

Pois é, todos esses benefícios podem ser extraídos das casas sustentáveis. E, se por si só, não forem suficientes para transformarem essa nova forma de construir e de projetar casas uma realidade cotidiana para todos os habitantes de nosso planeta; é porque algo de muito errado está acontecendo conosco.

É claro que os custos de construção das casas sustentáveis são, em média, trinta por cento maiores do que os custos envolvidos na construção de uma casa pelo método tradicional. No entanto, se analisarmos mais de perto e com mais atenção, veremos que esse custo inicial maior, se refletirá num ganho posterior considerável que pode superar com folga qualquer elevação de valores que se experimente na época da construção das casas sustentáveis.

Por isso mesmo, é estranho observar que mesmo nos grandes centros urbanos (teoricamente onde mais se precisa delas) as casas sustentáveis ainda são uma exceção e são vistas como algo “diferente” e “aberrante” por muitos proprietários e mesmo engenheiros e arquitetos. O preconceito é claro e sentido quando a frase: “Isso é coisa de hippie” é ouvida quando se propõe a construção de casas sustentáveis. Só depois, com muito convencimento e com a demonstração das projeções de economia de recursos futuros e da potencialidade de obtenção de novos recursos financeiros com os subprodutos das casas sustentáveis é que elas “entram” para o mundo real.

E, o principal culpado disso é o próprio governo. Ao invés de incentivar a construção dessas casas e de reduzir impostos dos materiais certificados ou reciclados que venham a ser empregados durante a construção, muito pouco é feito nesse sentido. Para dizer a verdade, durante muito tempo e governo até tornava impossível à reciclagem e plástico, por exemplo. Não que ela fosse proibida. Mas os impostos que eram cobrados pelo material reciclado (que já havia pagado impostos em sua “vida” anterior) o tornavam muito mais caro do que o material de “primeiro uso”. Isso servir apenas para entupir nossos rios e mangues de garrafas pet. Felizmente, algum “gênio” de Brasília acordou e mudou essa realidade.

Exatamente a mesma coisa acontece com a construção de uma residência sustentável. Alguns materiais são caros porque o governo exige uma série de tributos e de burocracias que acabam encarecendo a utilização desse tipo de material. Mas isso vem mudando e a mentalidade começa a se alinhar com o desejo dos ambientalistas. Muito em breve, será possível construir casas sustentáveis pelo mesmo custo dos imóveis comuns e isso, com toda a certeza, será a contribuição definitiva para que a construção de casas sustentáveis passe a ser a regra e, não mais, a exceção.

Fonte: aqui.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Guarda-chuva recarrega e amplia o sinal do celular



A empresa de telecomunicações Vodafone apresentou um protótipo de guarda-chuva que promete recarregar a bateria do smartphone ou mesmo ampliar a frequência do sinal.

Desenvolvido em parceria com a Universidade College London, o Booster Brolly, como foi batizado, é feito em fibra de carbono e possui 12 células solares coladas na parte superior, que fornecem a energia para a recarga da bateria por meio de um suporte acoplado no cabo do guarda-chuva.

Segundo os criadores, o guarda-chuva consegue recarregar a bateria do smartphone em apenas 3 horas utilizando uma porta USB. Há também antenas embutidas que permitem ampliar a frequência do sinal.

O protótipo será apresentado ao público pela Vodafone durante o festival de música Isle of Wight, na Inglaterra, a partir do dia 22 de junho.

Fonte: clique aqui.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

TI Verde: sustentabilidade e eficiência


A TI Verde ou Computação Verde é um tema que vem ganhando cada vez mais prioridade entre as preocupações de governos e lideranças das grandes empresas do mundo todo. Aspectos ambientais e, obviamente, econômicos estão levando as corporações a pensar (e agir) de forma mais eficiente e sustentável com relação à utilização de seus recursos de TI.

E há fortes motivos para essa tomada de posição. A capacidade energética dos países desenvolvidos e dos países emergentes e a consequente evolução do preço da energia elétrica estão entre os fatores preponderantes. A energia despendida a cada ano por todos os equipamentos de TI – PCs, impressoras, monitores, servidores, roteadores, etc. – chega a quase um trilhão de quilowatts/hora, ou seja, 5% do consumo mundial de energia e o dobro da energia consumida no Brasil. Estudos recentes sobre o consumo de energia nos data centers mostram que o consumo global dobrou entre 2000 e 2005.

Outra tendência, detectada por estudos de engenheiros do Google, mostra que se o descompasso entre os avanços de desempenho conquistados pelos servidores e a sua eficiência energética se mantiver, nos próximos anos, o custo da energia será maior que o custo do próprio hardware. Em 2005, o custo do consumo de energia de um servidor já representava 40% do seu custo total. Se essa tendência se mantiver, chegará o dia em que será mais caro manter o hardware ligado do que adquiri-lo. Podemos imaginar, então, o surgimento de modelos de negócios nos quais a concessionária de energia oferece o hardware gratuitamente ao cliente que assinar um contrato de energia de longo prazo.

Portanto, adotar iniciativas verdes vai além de atender as reclamações de consumidores ambientalmente responsáveis. Mais do que isso, essa postura constitui uma necessidade financeira, fiscal e até mesmo legislativa.

Fonte: clique aqui.